Clube alongou débito com investidor e desembolsa cerca de R$ 20 milhões para encerrar pendência. Anteriormente, diretoria desistiu de usar recursos da venda de Vizeu para negociação. Fla quita parcela e paga restante até o fim do ano.

Flamengo está prestes a encerrar dívida de uma negociação frustrada – sem muito retorno técnico e, ao contrário da expectativa, prejuízo financeiro. A diretoria acertou pagamento em mais de uma parcela do débito de cerca de R$ 20 milhões pelo acordo da contratação de Marcelo Cirino no fim de 2014. Parte desta quantia já foi quitada junto ao fundo Doyen, parceiro do clube no investimento, e outra parcela será paga até o de 2018.

A negociação foi longa. O Rubro-Negro chegou a costurar antecipação de crédito para depois repor o “buraco” com valores da venda de Felipe Vizeu, mas precisava passar pelo Conselho Deliberativo. Houve discordâncias e a diretoria terminou desistindo da operação naquele formato.

Quando contratou Cirino, no fim de 2014, o Flamengo, no acordo assinado com o fundo de investimento, se comprometeu a pagar 3,5 milhões de euros, mais 10% de juros ao ano, caso a Doyen não recuperasse o que investiu até 31 de dezembro de 2017 – ou seja, para o caso do atleta não ser vendido. O que de fato não aconteceu.


No fluxo de caixa do Flamengo, a maioria previsto no orçamento de 2018, havia verba de direitos de transmissão, recursos da venda do atacante Hernane (negociado em 2014, com o clube recebendo apenas no fim de maio), a venda de Everton ao São Paulo e a última parcela do Real Madrid por Vinicius Junior (previsto para ser quitado na saída do atacante, neste meio do ano).

O Flamengo não comenta o caso, mas, nos bastidores, o clube confirmou que a negociação com a Doyen está próxima de ser concluída com sucesso. As informações sobre a negociação da dívida e a parcela quitada devem constar no segundo balanço trimestral do ano de 2018.

ACESSE MAIS NOTÍCIAS >>

happy wheels 2 demo

Categoria: