Os dois últimos jogos do Santos na Libertadores ajudam a ilustrar os primeiros meses de Gabigol em seu retorno ao clube. Contra o Estudiantes, semana passada, foi um dos destaques na vitória de 2 a 0 – e marcou seu primeiro gol na competição continental.

Mas na partida seguinte, nesta terça-feira, contra o Nacional, no Uruguai, não houve eco. Foi envolvido pela marcação adversária e praticamente não ameaçou o goleiro Conde na derrota por 1 a 0.

É um ano instável para Gabigol, o principal reforço do Santos em 2018. Em seu retorno ao clube, ele impressionou: quatro gols nos quatro primeiros jogos, com excelente movimentação, rápido encaixe com o time (sobretudo com Eduardo Sasha) e demonstrações da conhecida capacidade técnica em passes e finalizações.

Mas aí veio uma maré ruim. Foram oito partidas seguidas sem fazer gols e com atuações discretas – incluindo a expulsão na vitória de 3 a 1 sobre o Nacional, em 15 de março, que tirou o atacante da partida seguinte, na Argentina, onde o Santos se reinventou sem ele e conseguiu vencer o Estudiantes.

Gabigol sabe que a cobrança sobre ele é diferenciada. Trata-se do principal reforço da temporada. Mas ele preferia não ser alvo de questionamentos individuais. Até porque garante: considera seu rendimento satisfatório.


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Rodrygo virou preocupação para o Santos após sofrer uma pancada no tornozelo esquerdo na derrota para o Nacional por 1 a 0, nesta terça-feira, no Parque Central, pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores.

– Mais do que a derrota, minha maior preocupação foi a lesão do Rodrygo. É uma joia. Uma pena a técnica ser parada com violência. Muita gente me critica quando preservo o Rodrygo. As equipes da Libertadores marcam mais forte. Acabam parando com violência. Vamos torcer para que não seja nada mais grave. Se perdermos jogadores por violência, prejudica. É uma pena – disse Jair Ventura.


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Depois de cumprir cinco jogos de suspensão por ter cuspido em Damian Díaz, do Barcelona de Guayaquil, pelas quartas de final da Libertadores do ano passado, o atacante Bruno Henrique já tem condições legais de voltar a campo pela competição continental. Falta agora ele se recuperar de lesão muscular sofrida no jogo contra o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro.

O próximo jogo do Santos na Libertadores será no dia 24 de maio, contra o Real Garscilaso, do Peru, em casa. De acordo com a previsão dos médicos, que estimaram de três a quatro semanas de recuperação, é provável que ele também tenha condição física para atuar.

Bruno Henrique cumpriu sua suspensão na Libertadores no departamento médico. Primeiro, o atacante sofreu lesão no olho direito, na estreia do Peixe no Campeonato Paulista, e foi desfalque por três meses. Recuperado, o camisa 11 voltou a atuar contra o Bahia, há duas semanas, porém parou novamente por ter sofrido uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda na partida.

O departamento médico do Peixe tem feito um intensivão com ele para encurtar sua volta aos gramados. A evolução nas últimas semanas agradou e há, inclusive, a possibilidade de ele retonar aos treinamentos em campo nos próximos dias.

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